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Quem sou eu?

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  Meu nome é Darlene Sales, tenho 20 anos e nasci no interior da Bahia. Quando criança, me mudei para Salvador, onde morei até o começo de 2025. Atualmente, curso Arquitetura e Urbanismo na UFMG. Não sei dizer exatamente o porque  escolhi o curso, mas posso afirmar que só escolhi arquitetura depois de ter passado. Desde pequena, sempre fui apaixonada por desenho e pelo processo criativo das coisa, incuindo casas, paisagens, jogos de construção e projetos. No segundo ano do ensino médio, com a pressão de vestibular e ENEM, tinha decidido que iria fazer medicina, embora ainda sentisse muito mais atração com a área artística. Já com quase 20 anos, percebi que a medicina não era o que eu realmente queria cursar, e que talvez a escolha anterior tivesse sido influenciada por pressões sociais. Iniciei então uma busca por novas áreas de interesse, considerei cursos como medicina veterinária, ciências biológicas e biomedicina, até que chegou a vez de arquitetura. Prestei o ENEM de 2024...

Procissão dos Não objetos

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 Após a criação de cada “não objeto”, a atividade avançou para uma investigação de como os “não objetos” desenvolvidos por diferentes grupos poderiam interagir entre si no espaço. O objetivo dessa fase era explorar as relações espaciais, visuais e simbólicas que surgem quando eles são colocados em diálogo. Cada grupo foi convidado a reposicionar seu “não objeto” em relação aos demais, considerando como essas formas abstratas poderiam se complementar, gerar tensões, criar percursos, provocar encontros ou reorganizar a dinâmica de uso e percepção do espaço ao seu redor.

Não objeto exploratório

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 Nesta atividade, a proposta foi desenvolver a criação de um “não objeto” — uma forma que desafia a funcionalidade tradicional e se afasta da representação de objetos reconhecíveis ou utilitários. O exercício também incluía um desafio adicional: o “não objeto” deveria ser pensado para ser inserido em um local específico, de modo que sua presença alterasse a forma como as pessoas interagem com aquele espaço. Nesse sentido, o “não objeto” funcionaria como um meio de mediação entre o corpo e o ambiente, provocando novos comportamentos, deslocamentos, percepções ou apropriações espaciais.

Painel de investigação miro

  https://miro.com/app/board/uXjVItNDKiI=/

Desenhos de observação do corpor no espaço

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Sketchup sensitivo

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 Nesta atividade, a proposta consistiu em criar uma paisagem visual a partir de uma paisagem sonora previamente selecionada. O objetivo era desenvolver uma composição que permitisse ao observador imaginar e perceber o espaço representado apenas com base no som escolhido como referência. Durante o processo, foi necessário interpretar os diferentes elementos sonoros e traduzi-los em formas, cores, volumes e atmosferas visuais que evocassem as sensações sugeridas pelo áudio. A ideia central era estimular a imaginação e criar uma correlação sensível entre aquilo que se ouve e aquilo que se enxerga, resultando em uma representação gráfica capaz de transmitir, de maneira subjetiva, a identidade e a ambientação do espaço gerado a partir do som.

O corpo no espaço- vídeo exploração

https://drive.google.com/file/d/1ID3JhAcN-qdXfm5CkxTqItSEoIPnomsl/view?usp=sharing iew?usp=sharing

Colagem digital abstrata

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  Nesta atividade, a proposta consistiu em utilizar as fotografias dos colegas da turma, que haviam sido capturadas na atividade de colagem com objetos, como material de base para a criação de uma nova composição abstrata. O trabalho foi realizado de forma digital, empregando o programa Photopea como ferramenta principal de edição e manipulação das imagens. O processo envolveu a seleção, recorte e reorganização dos fragmentos fotográficos, explorando sobreposições, transparências, ajustes de cor e efeitos visuais, com o objetivo de transformar os registros originais em uma composição abstrata. Durante a elaboração, buscou-se experimentar diferentes possibilidades de disposição e interação entre os elementos, destacando contrastes, ritmos e novas relações formais que fugissem da representação literal, enfatizando a expressividade e a criatividade no resultado final.