Não objeto exploratório
Nesta atividade, a proposta foi desenvolver a criação de um “não objeto” — uma forma que desafia a funcionalidade tradicional e se afasta da representação de objetos reconhecíveis ou utilitários.
O exercício também incluía um desafio adicional: o “não objeto” deveria ser pensado para ser inserido em um local específico, de modo que sua presença alterasse a forma como as pessoas interagem com aquele espaço. Nesse sentido, o “não objeto” funcionaria como um meio de mediação entre o corpo e o ambiente, provocando novos comportamentos, deslocamentos, percepções ou apropriações espaciais.







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